quarta-feira, 14 de setembro de 2011

DIÁRIO DE MOÇAMBIQUE

 Eu e o Pe. Gilberto chegamos bem, meio zonzos com os fusos horários. Agora é exatamente 09:04 aí no Brasil e aqui é exatamente 14:04 da tarde. Significa que nem bem tomamos o café no avião (Africa do Sul-Maputo)  e  o Pe. Vanderlei, o Pe. Paulo Damim já nos esperavam  com a mesa pronta. Os seminaristas chegaram logo a seguir e o primeiro encontro deu-se no almoço. Logo após fizemos a visita ao santíssimo.
No caminho para nossa missão (uns 25 minutos do Aeroporto), as ruas iam nos apresentando a povo moçambicano. Quantos jovens! Quantas crianças! era hora da saída da escola. A primeira impressão, Moçambique se nos mostrava com toda sua força, com toda sua energia de uma nação muito jovem. 


















terça-feira, 13 de setembro de 2011

DIÁRIO DE MOÇAMBIQUE


DIÁRIO DE MOÇAMBIQUE

Hoje eu e o Padre Gilberto partiremos para Moçambique.
Está nesse momento acontecendo a reunião do conselho provincial, 
estão sendo lidas as atas das reuniões de todas as casas religiosas, 
haja paciência né, mas, é necessário.
Aqui vai um grande abraço a todos.
Paulinho

Abaixo uma frase e um poema de 
MIA COUTO, um dos melhores autores moçambicanos da atualidade


"[...]Devia era, logo de manhã, passar um sonho pelo rosto. 
É isso que impede o tempo e atrasa a ruga.[...]"

"Tinha tanto medo de solidão que nem espantava as moscas"

domingo, 11 de setembro de 2011

Aniversário do Pe. Milton

Hoje na hora do almoço oferecido na Paróquia Achiropita,  a comunidade Religiosa e amigos, comemoraram o aniversário do diretor da comunidade Religiosa Pe. Milton Quintino.












Parabéns Pe. Milton!

sábado, 10 de setembro de 2011

QUESTÕES DE FÉ - A BESTA DO APOCALIPSE


Um dos símbolos mais mal entendidos no livro do Apocalipse é a besta que surge do mar no capítulo 13 (há também uma besta da terra, mas este artigo não focará nela).
São excessivas as especulações sobre a identidade da besta. Os anticatólicos frequentemente a identificam com um futuro “Império Romano restaurado”, o qual eles também querem conectar, de um modo ou de outro, com a Igreja Católica. Para descobrir quem é a besta realmente, é preciso olhar seriamente para o texto em questão.
Frequentemente, as pessoas raciocinam assim: A besta tem dez chifres e surge do mar (13,1). Em Daniel 7, o profeta Daniel viu uma série de quatro bestas ascendendo do mar, a última das quais tinha dez chifres (Dn 7,7). Logo, a besta de João é a mesma que a quarta besta de Daniel. Aquela besta simbolizava o Império Romano. Logo, esta besta simboliza o Império Romano.
Um problema com este raciocínio é que ele foca somente na parte do simbolismo no Apocalipse 13. Não apenas a besta que João vê tem dez chifres, como a quarta besta de Daniel; ela tem também um corpo como de leopardo (13,2a), como a terceira besta de Daniel (7,6); pés como de um urso (13,2b), como a segunda besta de Daniel (7,5); e uma boca como um leão, como a primeira besta de Daniel (7,4). A besta que João vê, desta maneira, incorpora o simbolismo de todas as quatro bestas de Daniel, tornando impossível simplesmente identificá-la com a quarta da série.
Esta é parte da “fusão de imagens” que o Apocalipse contém. Assim como João viu anjos em torno do trono de Deus (4,6-8) que incorporavam elementos de ambos o serafim de Isaías (Is 6,2-3) e o querubim de Ezequiel (Ez 10,10-14), agora ele vê uma besta que incorpora elementos de todas as bestas de Daniel 7. Isso sugere que a nova besta seja como aquelas quatro – o mesmo tipo de coisa que elas são – mas não sejam identificadas com qualquer uma delas.

Um outro problema é que a quarta besta de Daniel não simboliza o Império Romano – pelo menos não como seu referente primário. Ao contrário, o seu referente central é o reino que resultou quando o reino de Alexandre o Grande desmoronou.
Entre os chifres da quarta besta de Daniel, surgiu um pequeno chifre particular que blasfemava contra Deus (7,8). Este pequeno chifre simboliza Antíoco IV (“Antíoco Epífanes”), o rei selêucida que conquistou Jerusalém, blasfemou contra Deus e profanou o templo, e introduziu a primeira “abominação da desolação” (Dn 11,31; 12,11; 1 Mac 6,7) instalando um ídolo de Júpiter Olimpo no lugar sagrado. (Há outros tempos que uma “abominação de desolação” foi introduzida, cf. Mt 24,15-16; Lc 21,20-21).
O que as quatro bestas de Daniel têm em comum é que todas elas são reinos pagãos que perseguiram e dominaram o povo de Deus, Israel. A besta de João é o mesmo tipo de coisa – uma conquista de um império pagão. Visto que vem depois das quatro bestas de Daniel, Roma é a candidata lógica. Mas não é um porvir, “Império Romano restaurado”. É a coisa real, o Império Romano pagão dos primeiros séculos. Isto é confirmado por diversas linhas de evidência.
Primeiro, o livro do Apocalipse é explícito em declarar que diz respeito a eventos que acontecerão “em breve” (1,1; 2,16; 3,11; 22,6; 7; 12; 20). Isso indica que a carga de acontecimentos do livro (aqueles que precedem o Milênio de Ap 20,1-10, no qual estamos vivendo agora) deveria acontecer brevemente depois que o livro fosse escrito, provavelmente na década de 60 d.C.
Segundo, sabemos que o número da besta é 666 e que este é o número do nome de um homem (13,18). Não coincidentemente, o Império Romano pagão perseguidor estava chefiado nos anos 60 depois de Cristo por César Nero, cujo nome somava 666 no sistema de letras e números hebraico. (Em hebraico, “Caesar Nero" = "NRWN QSR" = N 50 + R 200 + W 6 + N 50 + Q 100 + S 60 + R 200 = 666; uma grafia variante do nome, NRW QSR, soma 616, a qual alguns manuscritos têm no lugar de 666).
Terceiro, as sete cabeças da besta são identificadas com sete montanhas (17,9). Embora não seja certo, estas são provavelmente as sete colinas sobre as quais a cidade de Roma foi construída. (A Colina do Vaticano, entretanto, não era uma das sete; está no lado do rio Tibre oposta às sete.)
Assim sendo, há boa evidência de que a besta do mar seja o Império Romano pagão do primeiro século e, em especial, o imperador em sua chefia. Isto, novamente, é como as quatro bestas de Daniel, que foram descritas tanto como quatro reis (Dn 7,17) quanto quatro reinos (cf. Dn 7,23).
Uma confirmação posterior é encontrada no Apocalipse falando do templo judeu como se ele ainda estivesse operando (11,1), mas logo ser pisoteado pelos gentios, junto com a cidade santa (11,2). Logo depois do reino de Nero, os gentios invadiram Jerusalém, pisotearam-no e destruíram o templo.
Isso sugere não somente que a besta correspondia ao Império Romano em geral e a César Nero em particular, como também que o próprio livro do Apocalipse foi escrito no começo dos anos 60, durante o reino de Nero, pouco antes da Guerra dos Judeus que levou à destruição de Jerusalém e do templo em 70 d.C.
Traduzido para o Veritatis Splendor por Marcos Zamith.
Dia 17 - Veja  em QUESTÕES DE FÉ: 
O que o Papa disse sobre a questão dos preservativos

terça-feira, 6 de setembro de 2011

FESTA DE NS DA GUARDA (TORTONA) - Frei Cruz.





 Samir, Nelma, Zé Renato e Suraya
 Samir, Pe. Aparecido e Nelma
 Pe. Aparecido, Zé Renato, Suraya, Pe. Milton e Nelma
 Zé Renato, Pe. Paulo Sergio, Samir e Pe. Milton
           Na festa de "Nossa Senhora da Achiropita", recebemos muitas visitas de amigos das Casas Orionitas, que prestigiaram o últmo final de semana da festa. Nas fotos acima, amigos de Guararapes, SP.  Ave Maria e Avante!

O Sol Hoje Nasceu Assim!


quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Guararapes - Reforma do Barracão do Colégio


Ontem foi realizada a retirada das palmeiras imperiais que estavam no local da ampliação do Barracão. As palmeiras foram doadas para a prefeitura, e serão replantadas em outro lugar da cidade.