terça-feira, 4 de agosto de 2009

segunda-feira, 3 de agosto de 2009

Pequenas Irmãs Missionárias da Caridade em Festa

A Congregação das Pequenas Irmãs Missionárias da Caridade (São Luís Orione), Província Nossa Senhora Aparecida, nossa família e nós:

BODAS DE PRATA:

Ir. Maria Janete de Almeida

Ir. Maria Sônia Conjiu

BODAS DE OURO:

Ir. M. Cláudia Álvares Pereira

Ir. Maria Alice do Amarante

Ir. Maria Amor Dei Silva Teixeira

Ir. Maria Assunta Divina

Ir. Maria Helena Ferreira

Ir. Maria Luiza do Couto

Ir. Maria Vitória da Conceição

Temos a imensa alegria

Convidá-lo/a para celebrar conosco as nossas Bodas de Prata e Ouro de Profissão Religiosa no dia 16 de agosto de 2009, com uma Missa de Ação de Graças, presidida por Dom Francisco Manuel Vieira.

A realizar-se às 10 horas]

do dia 16 de agosto de 2009

no Santuário São Luís Orione,

Rod. Raposo Tavares, km 26, COTIA –SP

álbum fotos p.30b


1966: pe. dino barbiero e pe. antônio pagliaro - encontro com ex-alunos

álbum fotos p.30a


14 de fevereiro de 1965: cardeal agnelo rossi no encontro dos amigos de dom orione em são paulo, sp

domingo, 2 de agosto de 2009

album fotos p.29

01 de dezembro de 1963: sua emcia. o card. cagiano com os revmos. padres conciliares visitam o centro dom orione

sábado, 1 de agosto de 2009

Encerramento do 12º Intereclesial reúne 10 mil participantes

Porto Velho parou neste sábado (25), para assistir à caminhada de 3 km que marcou o encerramento do 12º Encontro Intereclesial das Comunidades de Base. Uma multidão de 10 mil pessoas tomou conta das ruas da capital de Rondônia em direção ao estádio Aloísio Ferreira, animada por enorme trio elétrico, cantando as canções das CEBs e ouvindo pronunciamentos acerca do maior evento que a Igreja Católica já realizou no estado. O clima era de animação e alegria, apesar da surpreendente queda de temperatura que deixou a maioria do povo a tremer de frio. No estádio, o arcebispo de Porto de Velho, Dom Moacyr Grechi, presidiu a missa, ladeado pelo presidente da CNBB, Dom Geraldo Lyrio Rocha, e inúmeros outros bispos e padres.

Álbum de Família Julho de 2009










































album fotos p.28b

20 de setembro de 1964

na primeira semana de agosto

album de fotos 28a
19 de maio de 1963 - santa quitéria (curitiba, pr), primeiras comunhões
Estamos em agosto, o mês vocacional. nossos parabéns para:

02 bispos, padres e diáconos

02 cl. antônio marcos (n)

03 servos de Deus: pe. gil barcelón e asp. arrué peiró

03 pe. enrico zardoni (n)

04 cl. alexandre de maman (s)

04 servo de Deus dom gaspare goggi

05 pe. geraldo vicente (n)

06 pe. ari mathias (s)


e a festa de Nossa Senhora Achiropita começa hoje aqui em São Paulo. Viva a Mãe!

Boas novas da missão na Índia

Bangalore, 30 de julho de 2009.
Já se completam cinco meses de minha presença na Índia e creio já ser tempo de um breve relato de minha experiência aos confrades do Brasil. Se não o fiz antes, explico, não foi por falta de tempo, mas sim por achar mais conveniente uma maior experiência que me possibilitasse conhecer com mais profundidade e respeito a cultura e a realidade do povo indiano. Foram cinco meses de desafios, de mudanças e muito aprendizado que, uma vez acrescentados à minha própria essência, quero partilhar com vocês. E tentarei não ser prolixo.
A realidade da Congregação na Índia já foi por mim relatada em minha primeira comunicação. Mas retomo alguns pontos. Temos um seminário menor com mais de 30 seminaristas e anexo a ele um centro que acolhe crianças carentes no período da tarde e um projeto de artesanato para as mães na parte da manhã. No dia 16 de maio foi inaugurado o Seminário de Filosofia e Teologia que hoje acolhe 7 junioristas, sendo 5 na filosofia e 2 na teologia. E isso é tudo, até o momento.
Nos meus primeiros meses morei no Seminário Menor “Maria Sadan”, onde dentre outras coisas, me dediquei ao estudo de inglês. Estudei numa escola a 25 minutos de ônibus daqui e tive o apoio dos confrades nos estudos em casa. Os desafios nestes primeiros momentos, além da língua, é claro, foram o fuso horário, o clima e principalmente a comida. A comida indiana é absolutamente apimentada e tudo é feito a base de arroz, que eles comem até no café da manhã. Mas me alegro em dizer que já consigo me alimentar bem e já dispensei os tantos copos de Center água que tomava durante as refeições.
Uma das coisas que me fascina na Índia é a variedade de culturas. É impressionante as diferenças entre as regiões, os estados e até mesmo aqui em Bangalore. Andando pela cidade você pode se sentir em um grande centro comercial como São Paulo, ou em Curitiba ao caminhar por seus belíssimos parques; em bairros muçulmanos onde as suntuosas mesquitas nos transportam para algum lugar do Oriente médio e evidentemente, bairros pobres ou até mesmo de classe média onde o trânsito pesado é dificultado sobretudo por ovelhas, vacas, cabritos e gente, muita gente. Por todo lado se vêem também novos prédios sendo construídos; shoppings gigantescos surgem em movimentas avenidas repletas de belos carros e centenas de milhares de motos, que são o meio de transporte favorito dos indianos.
Porém nada é mais incrível que a variedade de línguas. Nos nossos seminários as dificuldades implicadas a esta realidade não são poucas. Entre nossos seminaristas se falam pelo menos 6 línguas fora o inglês: kannada, malayalam, telugu, urdu, hindi e tamil. Ao chegarem novos seminaristas este ano, oriundos de várias partes da Índia, um simples recado sobre o horário das refeições, por exemplo, precisava ser traduzido para as 6 citadas línguas. Os desafios da formação por aqui, como se vê, não são poucos.
Após estes primeiros meses vivendo em Maria Sadan, onde sempre contei com o apoio e a amizade dos brasileiros cl. Laercio e Dc. Edson e do argentino pe. Mariano, fui encaminhado para meu trabalho definitivo: o noviciado. Desde que a nossa missão começou aqui na Índia, o noviciado sempre funcionou de uma forma um tanto precária. A princípio, junto ao seminário dos guanelianos. Depois, em prédios alugados e neste ano, junto aos filósofos e teólogos. Entretanto, sempre houve o desejo de transferi-lo para uma casa própria como recomenda nossas constituições. E eis que agora as circunstâncias favoreceram este propósito. A congregação dispõe de uma casa que nos foi doada por benfeitores em uma ilha, na cidade de Kollan, estado de Kerala. E para lá, pe. Oreste Ferrari, italiano, os 4 noviços indianos, cl. Gregory – que chegará da Polônia em meados de agosto – e eu nos mudaremos no dia 22 de agosto. Serão 12 horas de trem de Bangalore até Kollan.
Lá os desafios serão outros tantos. Outra língua, outros costumes e outro clima. A casa, apesar de antiga, será ideal para nos acolher e vem passando por algumas reformas desde o começo do ano. A ilha tem um tamanho médio, o suficiente para os 9 búfalos que lá se criam e os mais de 200 coqueiros que compõem a bela paisagem. Será mais um começo nesta minha ainda breve experiência missionária. Estou entusiasmado e esperançoso com a vida lá. Será uma boa experiência de pobreza, desapego e entrega total. Talvez a minha primeira experiência genuína da Divina Providência nestes cinco anos de Congregação. E esta será a terceira comunidade orionita da Índia e a primeira fora de Bangalore.
E apesar de ter encontrado aqui na Índia, entre os confrades, um espírito de família que me sustêm e anima, sinto uma grande saudade do Brasil, dos confrades e da minha família. Mas Deus tem me dado força suficiente para enfrentar cada desafio. E aproveito para agradecer a todos que com suas orações e apoio fraterno tem me ajudado a não perder o ânimo e continuar trabalhando com empenho.
Fraternalmente
Cl. Clayton Munhoz, orionita.